Há pouco mais de um ano, a população mundial interrompeu suas atividades comuns com a finalidade de conter o avanço da doença causada pelo coronavírus. Em muitos países foi instituído o lockdawn; em outros, algumas restrições foram necessárias como a quarentena, onde atividades consideradas não essenciais foram descontinuadas ou tiveram frequência reduzida, entre outras medidas. Tudo isso para que o contágio fosse menor, enquanto pesquisadores atuaram no desenvolvimento de vacinas.
Vacinas foram descobertas e aprovadas para imunização, porém por se tratar de uma pandemia, ainda não foi possível disponibilizá-las para todas as pessoas.
O Brasil começou a vacinação com os profissionais da área de saúde que atuam na chamada linha de frente, e segue imunizando os cidadãos com idade mais avançada, contudo, em nosso país foi identificada uma nova variante da doença em janeiro, a nova cepa se desenvolveu em Manaus e o contágio está maior.
Antes da variante, a doença era prevalente em indivíduos da melhor idade ou em pessoas com comorbidades, porém, a enfermidade está se proliferando rapidamente entre jovens e demais pessoas.
Assim, a partir de hoje (15/03) até o dia 09 de abril, foi decretado no Estado de São Paulo a fase emergencial cujas restrições são mais severas. Porém, a situação não é emergencial apenas no Estado de São Paulo, a situação se alastra pelo Brasil.
O que é a fase emergencial?
A fase emergencial visa diminuir a circulação de pessoas para conter o número de mortes pelo coronavírus e evitar sobrecarga nos hospitais.
A quarentena foi estendida em todos os 645 municípios do Estado até 9 de abril de 2021 e permite a aplicação da medida por região, de acordo com os critérios estabelecidos pelo Plano São Paulo. O novo decreto mantém as ações (definidas pelo decreto nº 64.881, de 23 de março) para atividades comerciais e prestação de serviços essenciais, com o objetivo de evitar a proliferação do coronavírus.
O que é Covid-19?
Segundo o Ministério da Saúde, a Covid-19 é uma doença causada pelo coronavírus, designado SARS-CoV-2, que causa desde infecções assintomáticas a quadros graves. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, os infectados pela Covid-19 podem ser assintomáticos ou oligossintomáticos (poucos sintomas), e existem aqueles que apresentam dificuldade respiratória, com necessidade de suporte ventilatório.
Sintomas mais comuns
Tosse
Febre
Coriza
Dor de garganta
Dificuldade para respirar
Perda de olfato
Alteração do paladar
Distúrbios gastrintestinais (náuseas/vômitos/diarreia)
Cansaço
Diminuição do apetite
Dispnéia
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Fontes: Ministério da Saúde